Artio - A Deusa Urso da Abundância | Wicca, Magia, Bruxaria, Paganismo
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  • Atribuições: Deusa da abundância, transformação e vida selvagem
  • Símbolos: Urso e frutas
  • Local: Europa
Estátua de Bronze dedicada à Deusa Artio | Magia, Bruxaria, Wicca, Paganismo
Artio é uma Deusa Celta da abundância (ou fertilidade), transformação e vida selvagem. Seu nome origina-se da palavra celta para urso (arth) e ela é representada na maioria das vezes como tal, podendo também estar rodeada de frutas.

Os registros mais antigos dessa Deusa são de 450 EC., mas sua origem pode ser ainda mais antiga: em toda a Europa foram encontrados crânios e ossos de ursos arrumados em nichos dentro de cavernas.

Os ancestrais dos Celtas que chegaram à Europa foram os Helvetii, que cultuavam uma Deusa que era referida como “A Ursa”. Essa tribo, eventualmente, foi tomada pelo império romano, mas podemos ver que o culto à Deusa sobreviveu, inclusive sendo absorvida por outra entidade dentro daquele panteão: A Deusa Diana (ou Ártemis, na Grécia). As duas possuem atributos similares e talvez isso possa ter sido um feito dos seguidores de Artio em Roma.

A Deusa Urso

O urso fêmea normalmente passa a hibernação grávida, para dar à luz na primavera. Se associarmos com o Xamanismo, onde tal figura é constantemente encontrada, o período de hibernação gestante no inverno simboliza a jornada em meio às trevas e o nascimento do filhote no início da primavera simboliza o retorno à luz com o conhecimento obtido durante a estação. Isso também simboliza um ciclo de transformação.

Deusa Artio dormingo com um Urso por Alexandra Nereïev | Wicca, Magia, Bruxaria, Paganismo
Deusa Artio dormingo com um Urso por Alexandra Nereïev

O período da primavera é escolhido instintivamente pela mãe urso pois é a época em que o alimento está mais abundante, e seus filhotes terão mais 3 estações com fartura para fortificar-se. Daí se dá, também, a benção da Deusa Artio, que renova o terra com vida ao final do inverno.




Invocando Artio

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Quando Artio acorda de seu sono invernal, ela destrói o frio com calor e luz, trazendo abundância ao mundo novamente.

Durante a Lua Crescente, pode-se invocar essa Deusa para que seus desejos frutifiquem e tragam felicidade.

Para invoca-la, faça uma salada com frutas frescas e a compartilhe com familiares e amigos para espalhar a abundância de Artio. Se a tiver em mente, a Deusa retribuirá.

Artio na cultura pop

Embora a ligação não seja clara e aberta a várias interpretações, podemos ver a presença de Artio na animação “Valente”, da Disney (2012).

A história assemelha-se mais à da ninfa Calisto, mas se passa na Europa em uma época em que os Celtas ainda possuíam grande presença.

Deusa Artio retratada no filme Valente, da Disney | Wicca, Magia, Bruxaria, Paganismo
Deusa Artio retratada no filme Valente, da Disney

O culto à Deusa provavelmente provém de tempos anteriores à época em que o filme acontece, porém, a figura do urso é constantemente reapresentada, sugerindo então que o povo do filme a adorava.



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Nyx - Deusa Primordial da Noite | Bruxaria, Magia, Wicca, Paganismo
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  • Atributos: Deusa da noite, da fertilidade e da morte 
  • Símbolos: Ovo, lua crescente, estrela
  • Local: Grécia 

A noite (Nyx) - William-Adolphe Bouguereau, 1883Essa Deusa é uma figura sombria. Presente desde o primórdio da criação, Nyx teve diversos filhos, entre eles Hipnos (o sono), Tânato (a morte), e Éris (Deusa do caos).

Ela vem de uma época em que as divindades personificavam aspectos da natureza, portanto, ela É a noite. Assim como sua irmã, Gaia, é a terra. Também é irmã de Érebo, Tártaro e Eros.

Nyx é normalmente representada como uma figura feminina alada ou em uma carruagem. Também pode possuir uma auréola ou véu feita de névoa. Além desses detalhes, também é dito que ela possui poder e beleza tão grandes que impõe medo em Zeus.

Em Roma ela é chamada de Nox, mas em determinada época evitava-se pronunciar seu nome (talvez por temor ou por respeito), então as pessoas davam-lhe nomes gregos como Eufrone e Eulália.

Nyx ainda hoje é cultuada por bruxas e magos que acreditam que ela traz fertilidade e rejuvenescimento à terra, mas raramente é o foco de algum culto, permanecendo em segundo plano dentro de outros cultos. Por exemplo, há uma estátua chamada "Nyx" no templo de Ártemis na cidade de Éfaso.

Isso também faz alusão ao fato de que ela vigia tudo enquanto veste seu manto da invisibilidade, assistindo ao que acontece sem ser notada.

Deusa da morte

Essa Deusa ora aparece de forma benevolente, como as belezas da noite e ora como seus terrores; não simbolizando uma entidade maligna, mas sim as possibilidades da escuridão.

Ela mora em uma caverna localizada na profundeza do Tártaro, de onde realiza oráculos e envia sonhos e profecias à superfície. Fora da caverna, a ninfa Adrasteia bate com címbalos e tímpanos no ritmo da canção entoada por Nyx, para assim mover o universo.

Seus filhos, em sua maioria, são divindades que habitam o mundo subterrâneo e possuem forças indomáveis a qualquer outro Deus. São eles:

Com Érebo ela teve: Éter (luz celestial) e Hemera (o dia).

E sozinha: Moros (Destino), Queres (espíritos da fatalidade), Tânato (Morte), Hipnos (sono), Oniros (personificação dos sonhos), Momos (Escárnio), Oizus (Miséria), Hespérides (espíritos da natureza), Moiras (Deusas do destino), Nêmesis (Deusa da vingança, da justiça e do equilíbrio), Ápate (Fraude), Filotes (Amizade), Geras (Velhice) e Éris (Discórdia).

Nyx por Laura Pelick Siadak
Deusa Nyx por Laura Pelick Siadak


Nyx na cultura pop

Na série de livros "Harry Potter", escrita por J. K. Rowling, as personagens frequentemente usam o feitiço "Nox" para apagar a luminosidade de suas varinhas.

Isso faz uma referência à Deusa em questão, pois além de ser um de seus nomes, também remete à escuridão.




Invocando Nyx

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Nyx é uma boa Deusa para ser chamada quando você precisa entrar em contato com o seu âmago e renovar-se.

Preferencialmente, esse ritual deve ser feito na Lua Crescente, para fazer florescer os resultados.

Entretanto, é imprescindível saber que Nyx se estressa facilmente e pode tanto realizar sonhos quanto trazer a morte a quem a procura. Conheça esta Deusa e tome cuidado.

Itens necessários:

  • Incensos (recomendo lavanda, mel ou sândalo) 

Vá a algum local seguro que você possa ficar na penumbra. Se puder ver as estrelas, melhor ainda.
Acenda os incensos e faça uma reverência à Deusa, pois ela certamente estará observando você. Agora medite sobre si mesma(o), pense em seus feitos e deixe de lado sentimentos como culpa, vergonha e raiva.

Deixe os incensos queimando até o fim. Nyx trará em seus sonhos a energia que você precisa para sua renovação. Portanto preste atenção neles e tente anotá-los.

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Musas - Deusas da inspiração e das artes | Wicca, magia, bruxaria e paganismo
  • Atribuições: Deusas inspiradoras das artes, ciências e literatura 
  • Símbolos: Vários, cada uma possui símbolo próprio
  • Local: Grécia 

As Musas
As nove musas gregas eram representadas como jovens e belas donzelas. O pai delas é Zeus, rei dos Deuses e a mãe é Mnemósine, Deusa da memória.

Na mitologia grega, são as Deusas inspiradoras das artes, ciências e literatura e são consideradas fonte do conhecimento incorporado nas poesias, nas letras das músicas e nos mitos que foram transmitidos oralmente por séculos em culturas antigas. Mais tarde também foram adotadas pelos romanos, passando a fazer parte de seu panteão.

Acredita-se que elas morem acima das nuvens douradas que cobrem os picos de duas montanhas sagradas para os gregos: o monte Olimpo e o monte Hélicon.

Elas também eram referenciadas como Mneiai (memórias), pois muito da música e poesia da época eram guardadas na memória. Sua origem é atribuída aos próprios Deuses gregos que, após sua vitória na guerra contra os titãs, pediram que essas divindades especiais fossem trazidas à existência para que pudessem comemorar seus feitos. Originalmente, eram ninfas padroeiras dos poetas e músicos, mas seus papéis se diversificaram com o tempo para incluir outras atribuições.

Confira abaixo as nove Deusas mais detalhadamente:

  • Clio: Musa da história e escrita.

    Clio adorava contar histórias do passado. Padroeira das sátiras teatrais, seu símbolo principal é um pergaminho parcialmente aberto, mas também pode ser encontrada em livros e penas de escrita.

  • Tália: Musa da comédia e da poesia.

    Padroeira da comédia teatral, seu símbolo principal é uma máscara cômica, mas também pode ser encontrada em cornetas ou um bastão de pastoreio (o ato de puxar alguém do palco com o bastão é uma referência a essa Deusa).

  • Erato: Musa do erotismo e da beleza.

    Padroeira dos versos e poesias amorosas. Seu símbolo principal é uma Cítara, um tipo de harpa, mas também pode ser encontrada em pombas ou flechas douradas. Ocasionalmente é acompanhada pelo Deus Eros, carregando uma tocha.

  • Euterpe: Musa padroeira da música.

    Seu símbolo principal é o Aulos, uma espécie de flauta com dois tubos. Seu nome significa “Aquela que dá prazer”, pois a música sempre foi considerada um dos maiores prazeres ao longo da história. Ela tem um filho chamado Rhesus com o Deus dos rios, Strymon.

  • Calíope: Musa padroeira da poesia épica.

    Dita ser a Musa mais sábia dentre todas e inspiração de Homero para escrever suas poesias. Seu símbolo principal é uma tabuleta de escrita. Calíope é a mãe de Orfeu e Lino.

  • Terpsícore: Musa padroeira da dança e do coro das vozes.

    Seu símbolo é uma lira e é frequentemente representada tocando esse instrumento sentada. É considerada por vezes a mãe das sereias.

  • Urânia: Musa padroeira da astronomia e das constelações.

    Deusa da filosofia, ela possui o dom de profetizar lendo as estrelas. Seus símbolos são o globo e a bússola e é frequentemente representada com um manto incrustrado de estrelas, olhando para o céu.

  • Melpômene: Musa da tragédia.

    Apesar da sua atribuição, essa Deusa é uma divindade com canto particularmente alegre. Costuma ser representada com uma faca ou bastão em uma mão e uma máscara trágica na outra. Seu símbolo principal é a máscara trágica.

  • Polímnia: Musa padroeira dos cantos religiosos, orações e danças sagradas.

    Essa Deusa é a mais séria dentre todas Musas. É também associada com meditação, e esse traço se reflete em suas representações, onde comumente aparece curvada sobre uma coluna, aparentemente em profunda reflexão. Seu símbolo principal é o véu, o que implica a ela os traços de uma sacerdotisa virgem.

Embora as Musas tenham sido geralmente citadas como uma fonte de inspiração e ajuda aos mortais, elas também eram vaidosas, arrogantes e se ressentiam facilmente com qualquer um que questionasse a sua supremacia nas artes. Há algumas lendas sobre isso na mitologia grega, por exemplo, na Ilíada, onde um músico chamado Thamirys disse que podia cantar melhor e mais alto que as Musas. Ele competiu contra elas e, sendo castigado devido a sua presunção, perdeu a visão, a capacidade de cantar e de tocar a lira.


O templo das Musas

A palavra “museu”, que nos traz a mente várias mostras de arte, se origina dos termos “Museion” ou “Musaeum”, que é um templo ou altar em que as Musas são honradas.

Em diversas línguas indo-européias o termo se mantém, indicando um local de prestígio, cultivo e preservação das artes e ciências.

A palavra “música”, como podemos perceber, também deriva do nome atribuído a essas divindades. Ainda hoje, a palavra “musa” é usada figurativamente para referir-se a uma pessoa que serve de inspiração.

Musas Dançando com Apolo por Baldassare Peruzzi
Musas Dançando com Apolo por Baldassare Peruzzi






Invocando as Musas

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
As Musas vivem dentro de nós como uma necessidade de expressar o prazer e a criatividade. Elas nos ajudam a manifestar no mundo externo o que há no âmago do nosso ser e, dependendo das nossas opções, podemos abraçar algumas das diversas possibilidades oferecidas por elas.

De acordo com as crenças dos gregos antigos, as Musas devem ser invocadas para ajudar e guiar uma pessoa necessitada de inspiração em suas composições, sempre que “faltar criatividade” de nossa parte.

O ato de invocar as Musas é um ato mágico capaz de estimular e desenvolver nosso lado criativo. Na correria de nossas rotinas, muitas vezes não paramos para ouvir as vozes das Musas dentro de nós.

Para este ritual você vai precisar de materiais de criação. Pode ser um caderno e lápis pretos e coloridos; telas, pincéis e tintas; instrumentos musicais; argila ou barro etc. Escolha aqueles com os quais tenha afinidade ou deseja aprender!


Faça este ritual, preferencialmente, todos os dias. Nem que seja por 5 minutos por minutos por dia, sempre o faça. Primeiro, tente ficar em um lugar tranquilo e pegue o material de criação de sua escolha. Peça para que as Musas guiem suas mãos. Desenhe, rabisque, escreva, pinte, toque seu instrumento, dance, cante... crie o que sentir que deve criar sem se preocupar com nada. As Musas estarão guiando você. Ao final agradeça a inspiração e dedique a obra a elas!

Você pode colecioná-las, presenteá-las ou se desfazer delas. O importante aqui é o momento da criação. Quanto mais fizer este ritual, maior será sua afinidade com as Musas. Logo, quanto maior for sua afinidade com elas, maior será a sua habilidade criativa!

Atena Junto às Musas por Frans Floris, 1560

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Befana - Deusa dos presentes das crianças | Wicca, Magia, Bruxaria, Paganismo
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Atribuições: Deusa dos presentes, das crianças e da família.
Símbolos: Verbena, figos e folhas.
Local: Sicília.

Deusa Befana - Magia, bruxaria, paganismo
La Befana” é conhecida na Itália como uma mulher sábia e dotada de poderes mágicos. Ela atravessa os céus em sua vassoura ou burro voador, levando presentes às boas crianças como figos, nozes e doces na noite da Epifania. Àquelas que eram malcriadas, ela deixava um pedaço de carvão.

Sua aparência é muito próxima da tradicional bruxa que conhecemos, representada em desenhos e filmes. Idosa com uma vassoura e capaz de realizar magia. Ela usa um xale preto e tem o rosto sorridente coberto de fuligem, pois entra nas casas das crianças pela chaminé. Na Wicca podemos associá-la à face Anciã da Deusa Tríplice, cujos aspectos são sabedoria, conhecimento e renovação.

Acredita-se que Befana seja descendente da Deusa Romana Strina, que é responsável pelos presentes dados no ano novo. As duas divindades distribuem mimos similares, promovendo a alegria entre os corações das pessoas.

Há quem diga que as duas são a mesma Deusa, e que Befana é uma consequência que surgiu da evolução do culto de Strina.

Ela é uma Deusa antiga, que pré-data o cristianismo e, originalmente, pode ter sido uma divindade de espíritos ancestrais, florestas e da própria passagem do tempo. Alguns estudiosos identificam essa Anciã com a Deusa grega Hécate.

Befana também é relacionada com a cultura Celta, pois quando eles habitavam os alpes, bonecos de vime eram incendiados em honra aos Deuses. A bruxa é nada mais que uma sacerdotisa conhecedora dos segredos da natureza. Inclusive, o carvão deixado às crianças desobedientes é um símbolo de fertilidade ligado às fogueiras sagradas. Quando queimado, traz luz e calor, renovando-se em energia.

Como podemos reparar, ela também tem alguns traços em comum com o Papai Noel, cujo mito é apresentado a todas as crianças. Devido a isso, também é chamada de Bruxa do natal.

Uma de suas várias lendas conta que Befana era uma dona de casa comum e que passava seus dias cozinhando e limpando. Um dia ela recebeu a visita dos Reis Magos, que a convidaram para acompanhá-los e prestigiar o nascimento de Jesus. Ela recusou, alegando que estava muito ocupada, e eles foram embora. Mais tarde ela reparou em uma brilhante estrela no céu e seu coração a fez mudar de ideia. Ela saiu com doces, frutas para procurar o menino e levou sua vassoura para ajudar sua mãe, Maria, com serviços de limpeza.

Befana nunca encontrou Jesus, mas não desistiu de sua busca, e o procura até hoje. Na noite da Epifania ela visita todas as casas que têm uma criança e deixa presentes a todas àquelas que são boas, pois sabe que Cristo se manifesta em seus corações.

Comemoração de renovação

A Epifania, última festividade do período natalino, é considerada como um período de renovação. Os camponeses acreditavam que as predições e previsões do futuro eram criadas e as pessoas se reuniam ao redor de fogueiras, contando histórias fantásticas.

O banquete da Epifania ou La Festa dell'Epifania, em italiano, acontece dia 6 de Janeiro é um dia comemorativo cristão, também chamado de “Dia de Reis” aqui no Brasil. Nesse dia comemora-se a revelação de Deus como humano em Seu filho Jesus Cristo e a chegada dos Reis Magos para presenteá-lo.

Na comemoração tradicional são acesas fogueiras a noite e acontecem ritos de purificação e benção com água. A água preparada para os ritos é sagrada e possui propriedades de proteção, sendo usada em momentos críticos na vida familiar.




Invocando Befana

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Befana é uma Deusa de renovação, portanto deve ser procurada quando você desejar que aconteça uma mudança em sua vida.

Esse ritual é potencializado na Lua Nova, porém não se deve fazê-lo nesse período caso não saiba trabalhar a energia dessa fase.

Itens necessários: 

  • Algum alimento: frutas (preferencialmente figo, se você gostar), doces, pão... 
  • Vela 
  • Incenso de verbena (opcional) 

Durante a noite, acenda a vela e o incenso em seu altar, ao lado do alimento.

Pense no que você gostaria de renovar, mas não faça planos e nem trace objetivos pois a Deusa tratará de realizar mudanças que lhe trarão felicidade.

Chame por Befana para que ela lhe presenteie e deixe a vela queimar até o fim.

Coma seu alimento com a certeza em seu coração de que uma renovação acontecerá.

Evite discussões e mal entendimentos, procure manter-se em sintonia com seu eu interior e com a própria Deusa.

Felicidade somente traz felicidade e a Deusa Befana garantirá que ela lhe seja entregue uma vez que você também a distribua.


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Neith - Deusa da guerra e da tecelagem | Wicca, magia, bruxaria, paganismo
  • Atributos: Deusa da guerra, da caça e da tecelagem
  • Símbolos: Escudo com duas flechas cruzadas, coroa vermelha, tear, vaca 
  • Local: Egito
Neith - Deusa egípcia | Wicca, magia, bruxaria, paganismo
Neith (ou Nit, Net ou Neit) era a padroeira do baixo Egito e da cidade de Sais, onde seus devotos também a identificavam como a Deusa grega Athena, devido a suas atribuições similares.

Ela é uma das mais antigas divindades do panteão Egípcio e no período pré-dinástico era representada com o escudo e um par de flechas cruzadas, onde era considerada Deusa da caça e da guerra, conhecida pelo epíteto “Amante do arco, Governante das flechas”.

Após esse período, no baixo Egito era geralmente representada com uma coroa vermelha e agulhas de tecelagem sobre ela, enquanto no alto Egito possuía uma cabeça de leoa ou era transformada totalmente em uma vaca. Não se sabe quando as flechas foram substituídas pelas agulhas. Isso pode ter sido uma má interpretação da Deusa ou uma reinterpretação da mesma, para transformá-la em uma Deusa tecelã.

Normalmente ela carrega um was (cetro que simboliza poder e governança) na mão direita e uma ankh (símbolo da vida) na esquerda. Algumas vezes é representada amamentando um crocodilo, refletindo um mito provincial de que ela é mãe ou consorte do Deus crocodilo, Sobek. Esse mesmo mito diz que Neith foi a criadora do mundo e mãe do Deus sol, Ra, fazendo dela mãe de todos os Deuses e, inclusive, mãe de Apep, a grande serpente inimiga de Ra, que surgiu quando a Deusa cuspiu nas águas provinciais do caos.

Outra lenda de criação diz que ela teceu o mundo em seu tear e também a associa com ritos funerários pois ela é a responsável por criar as bandagens que envelopavam as múmias (ligando-a a Néftis).

Neith é uma divindade tão poderosa e popular que os outros Deuses geralmente a procuravam quando não conseguiam resolver uma disputa. Um dos casos mais conhecidos é a disputa de Horus e Seth pelo trono do Egito. Quando eles viram que não conseguiam se acertar, enviaram uma carta à Deusa procurando conselho. Horus foi feito rei e Seth ganhou terras e duas esposas (Anat e Astarte) como consolação.

Deusa da criação

Assim com Ísis, Hathor e outras Deusas criacionistas, Neith também era representada como uma vaca às vezes. A vaca é um animal sagrado a muitas culturas, simbolizando maternidade, fertilidade e renovação.

Neith é a maior Deusa criacionista egípcia pois não necessita de um par para gerar vida. Ela faz com que tudo surja das águas do caos somente com sua vontade. Devido a esse traço alguns estudiosos a consideram uma divindade andrógena.

Além de criar vida, também protegia os mortos e os vasos canópicos junto com Ísis, Néftis e Sekmet.




Invocando Neith

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Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Na antiga Alexandria, todo ano um festival era comemorado em honra à Neith na última sexta-feira de Dezembro. Nesse festival, chamado de Banquete das Lâmpadas, os devotos queimavam incontáveis velas e acendiam incontáveis tochas e lâmpadas durante a noite enquanto desfrutavam de um banquete ao ar livre.

Acredita-se que as luzes das lâmpadas alinhavam-se com as luzes das estrelas no céu, levantando o véu entre os dois mundos para que as almas dos mortos prosseguissem para sua nova existência.

As luzes de Neith protegiam todos aqueles que estavam fazendo viagem a um novo mundo, onde achariam um novo despertar. O véu era levantado não somente para os desencarnados mas para todos que quisessem experimentar a Sua luz.

A melhor forma de honrá-la ainda hoje é acender uma chama durante a noite e deixá-la consumir-se até apagar.

Neith pode ser invocada sempre que você precisar renovar-se, auxiliando a abandonar hábitos que te prejudiquem ou te façam mal, por exemplo.

O desejo tem que ser seu! Acenda a vela ou a tocha e faça seus pedidos, mas nada de tristeza! Assim como no festival original, Neith deve ser invocada e honrada com alegria.

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Frigga - Deusa do conhecimento e das previsões | Wicca, Magia, Bruxaria, Paganismo

Atribuições: Deusa do conhecimento, da clarividência, da terra, casamento, nascimento, fertilidade, maternidade, amor e tarefas domésticas. Rainha do Aesir
Símbolos: Chaves, roca, tear
Local: Escandinávia

A Deusa em maior posição dentro do Aesir, Frigga, é associada com conhecimento e clarividência. Ela é a primeira esposa de Odin e mãe de Baldr. Sua aparência é a de uma mulher alta, linda e imponente, segundo relatos. Ela sempre usa caras joias e bonitas roupas, com muita plumagem de falcões e águias (os animais que podia transformar-se).

Frigga reside em seu palácio, Fensalir, que dizem ser a morada mais esplêndida de toda mitologia nórdica. Lá é onde ela passa seus dias ao lado de seu esposo, conversando e bebendo em taças douradas. Sua irmã é a Deusa Fulla, que regulava a entrada em seu palácio e conhecia todos os seus segredos.

Ela também é associada com a própria terra, assim como Gaia, possuindo assim o atributo da fertilidade e uma importância ainda maior para seus devotos. Como Deusa do casamento, nascimento e maternidade, amor e tarefas domésticas, Frigga é a esposa idealizada, mantenedora da paz, códigos morais e justiça, nos planos físico e celestial. Frigga consegue o que quer através da diplomacia, característica muito forte nessa divindade.

Sua habilidade natural de prever o futuro entra em contraste com as tentativas de Odin descobrir o futuro através de auto sacrifício, questionando gigantes e espíritos. Aqui os papéis tradicionais do homem e da mulher na mitologia nórdica são reforçados: Homens têm poder físico e mulheres possuem um dom natural à magia e estão mais próximas do divino.

Frigga e Freyja

Alguns estudiosos dizem que Frigga pode ser a mesma Deusa que Freyja, devido a semelhante importância das duas para os escandinavos, porém elas são de panteões diferentes, enquanto a primeira Deusa é Rainha do Aesir, a segunda é Rainha de Vanir.

De acordo com textos do Edda, estes dois panteões entraram em conflito e acabaram sendo unificados.O que se sugere então, ao analisarmos os características de ambas as Deusas, é que elas são Deusas diferentes e independentes, porém arquétipos da Deusa Tríplice, sendo Freyja a donzela guerreira e Frigga a mãe sábia. O terceiro aspecto, o de anciã, é atribuído a Deusa Hel que governa o mundo dos mortos.




Invocando Frigga

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Frigga é uma Deusa que nos mantém em contato com nossa natureza intuitiva e a vida em alinhamento com o lado espiritual. O ritual abaixo pode ser feito em qualquer fase lunar para atrair boas energias para sua casa e guiar com sabedoria o caminho daqueles que residem nela.

Itens necessários: 
  • Chave de metal brilhante 
  • Polidor de metais  

Antes de iniciar, faça um polimento na chave de maneira que ela fique brilhando.

Pegue a chave polida e fique dentro da área do batente da porta da sua casa, encarando o interior.

Segure a chave a sua frente e chame por Frigga, peça para ela abençoar a chave, seu lar e a si mesma(o).

Ande por todos os cômodos com a chave a sua frente, imaginando que esteja abrindo novos caminhos em sua vida e fechando aqueles que não te fazem bem.

Faça seus pedidos de acordo com sua intuição.

Quando passar por todos os cômodos, volte à entrada e pendure a chave sobre a porta.

Lembre-se de mantê-la sempre limpa e polida para que as bênçãos da Deusa continuem a cair sobre sua casa.


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Eirene - Deusa da paz e da Primavera | Wicca, magia, bruxaria, paganismo
  • Atributos: Deusa da paz, da primavera, da reconciliação e da cooperação
  • Símbolos: Cornucópia, tocha, cetro, ríton
  • Local: Grécia

Deusa Eirene (ou Irene) é a própria personificação da paz. Ela faz parte das Horas (ou Horae, em grego), Deusas gregas que representam as estações do ano e a justiça natural.
A

Essa Deusa é sempre representada como uma bela jovem carregando uma cornucópia (cesta de frutos em formato de chifre), uma tocha, um cetro ou um ríton (um antigo recipiente para beber). Diz-se que ela é filha de Zeus e Themis, sua equivalente romana é a Deusa Pax.

Os cidadãos da antiga Atenas a cultuavam com veemência e vários altares foram erguidos a ela. Uma vez ao ano, o país parava para comemorar o dia da “Paz Comum”, em homenagem à Deusa e à paz que ela trouxe entre todas as nações. Em uma das mais famosas das estátuas antigas, Eirene segura em seu braço esquerdo o Deus Ploutos bebê, divindade da riqueza e da fartura. Ela ficava instalada no Ágora de Atenas e servia para lembrar a todos que a prosperidade floresce quando há paz.

Guardiã do Olimpo

Como dito anteriormente, Eirene faz parte das Deusas Horas, uma trindade de divindades que representam a natureza em diferentes estações.

Elas trazem o amadurecimento, vêm e vão de acordo com a natureza e o próprio ciclo da vida e, tradicionalmente, guardam os portões do monte Olimpo para escondê-lo nas nuvens e fazer a terra prosperar.

Na Ilíada são mencionadas duas trindades de Horas, a primeira é associada a Zeus e à Afrodite, como representações da passagem do tempo e o crescimento:

  • Thallo, Deusa da juventude e da primavera;
  • Auxo, Deusa das plantas e do verão;
  • Carpo, Deusa do outono e da colheita.


A segunda trindade é associada à Themis e a Zeus, representando a ordem e a lei natural:


  • Dike, Deusa da justiça; 
  • Eunomia, Deusa da ordem e da legislação; 
  • Eirene, Deusa da paz.
Horae Serenae de Edward Poynter, 1894
Horae Serenae de Edward Poynter, 1894

Esse aspecto tríplice de equilíbrio lembra a Deusa Tríplice na Wicca, onde diferentes aspectos se completam e trazem harmonia.

É importante ressaltar, ainda, que há um conjunto de Deusas denominadas “As Doze Horas”, como Deusas patronas das horas do dia

  1. Auge, a primeira luz. 
  2. Anatolia, o nascer do sol. 
  3. Musica, a Hora matinal de música e estudos. 
  4. Gymnastica, a Hora matinal de exercícios e treinamento. 
  5. Nympha, a Hora matinal de ablução (banhos). 
  6. Mesembria, o meio dia. 
  7. Sponde, libações após o almoço. 
  8. Elete, oração, a primeira das Horas vespertinas de trabalho. 
  9. Cypris, a Hora de alimentação e prazer. 
  10. Hesperis, o início do anoitecer. 
  11. Dysis, o pôr do sol. 
  12. Arktos, o céu noturno e as constelações. 

 As 12 Horas abençoavam o dia dos devotos, trazendo prosperidade e harmonia à sua rotina.




Invocando Eirene

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Como Deusa da paz, Eirene é do arquétipo Diplomata. Ela pode ser invocada quando você está passando por um momento turbulento em sua vida, para trazer paz, e especialmente quando essa turbulência é causada por alguma situação envolvendo outra pessoa.

Para invocá-la, é necessário que esteja vestindo uma roupa branca e tenha uma fruta madura que você goste em seu altar.

Medite sobre a situação e peça à Deusa por esclarecimento. Se desejar, pode acender incenso de alfazema ou alecrim.

Ao fim da meditação, coma a fruta e procure ficar em um local calmo, ou até mesmo dormir.

A Deusa lhe trará soluções em forma de intuição.


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Arianrhod - Deusa guardiã da Roda de Prata | Wicca, Bruxaria, Magia, Paganismo
  • Atributos: Deusa lunar da sabedoria, da fertilidade, da reencarnação, do carma, do ar e da água
  • Símbolos: Roda de Prata, lua, coruja, estrelas, espirais e tudo que denote movimento circular
  • Localização: Gales
Arianrhod - Deusa ilustrada por Anne Stokes
Arianrhod - Deusa ilustrada por Anne Stokes
Essa divindade galesa é considerada a mais poderosa Deusa Lunar Celta. Arianrhod (pronuncia-se Arianrod) ou Aranrot possui longos cabelos prateados e é filha da Deusa Mãe Don (Deusa Galesa equivalente à Deusa Irlandesa Danu) e seu consorte, Beli. Ela é governanta de Caer Sidi, uma fortaleza mágica que acredita-se ser construída em espiral.

Benevolente, ela é cultuada como uma sacerdotisa da Lua e dizem que desceu em uma carruagem do céu para ver mais de perto as terras que governava. Seu festival na Europa é comemorado dia 2 de Dezembro, mas ela também é honrada em toda Lua Cheia.

Ela é Deusa da Lua e das estrelas e é chamada também de Roda de Prata pois carrega a alma dos mortos em sua embarcação com roda de pás até Emania (a terra dos mortos na Lua), onde é soberana.

Caer Arianrhod é o seu reino na constelação Corona Borealis, onde as almas residem entre encarnações e a Deusa decide quando elas devem retornar à vida.

É dito também que essa Deusa pode se transformar em uma grande coruja capaz de enxergar nas trevas do subconsciente e da alma humana. A coruja representa morte e renascimento, sabedoria e iniciação. Ela move-se com determinação e força por entre a noite, com suas asas que confortam e curam aqueles que a procuram.

Na tradição Celta, essa Deusa é vista como Donzela e como Mãe, dois aspectos da Deusa Tríplice na Wicca e, assim como Rhiannon, também tem papel importante no Mabinogion, uma coletânea de manuscritos escritos em prosa, datados de tempos antigos.

A Roda do ano

A Roda de Prata que Arianrhod mantém possui 8 raios, ou divisões, representando a trajetória do Sol pelo universo conhecido, e essa trajetória circular marca a mudança da natureza pelas estações do ano, assim como os Sabbats, consequentemente. É o próprio ciclo da vida, que ao invés de ter um fim, sempre recomeça.

Aqui no Santuário Lunar nós temos uma seção dedicada à Roda do Ano Wicca, onde você pode estudar mais a fundo e, inclusive, aprender a comemorar os festivais.




Invocando Arianrhod

Lembrete:
Dentro da Wicca não existem regras e nem receitas prontas para invocar nenhuma Deusa. O ritual de invocação parte de dentro de cada um. Porém, ao vermos os mitos e símbolos de cada Deusa, podemos sugerir formas de invocá-las. Lembre-se também de checar nosso Calendário para datas festivas, eventos e curiosidades.
Arianrhod ajuda e acolhe todos que buscam sua ajuda. Ela pode ser invocada quando precisar de sabedoria para enfrentar alguma situação em sua vida, para trazer fertilidade e iniciar novos ciclos de prosperidade. O ideal é que seja invocada durante a Lua Cheia.

Itens necessários: 

  • Taça transparente 
  • Água limpa
  • Vela prata ou branca 
  • Rosa branca com talo
  • Incenso de jasmim ou lótus
  • Cristal (opcional) 

Durante a noite, em um lugar que consiga ver o luar, encha a taça com a água que separou.

Quebre o talo da rosa e coloque dentro da taça sob a luz da lua, pensando no final do ciclo que está passando.

Acenda o incenso e a vela, afirmando para si que um novo ciclo se iniciará.

Observe a chama da vela e faça seu pedido à Deusa, este pedido deve ser sincero e do fundo do coração.

Deixe a oferenda sob a luz da lua e enterre os restos da rosa quando acordar.

Opcionalmente, você pode pôr um cristal no altar junto com o incenso e a vela, para assim ser energizado pela Deusa.

Após enterrar a rosa, carregue o cristal com você ou mantenha-o próximo de sua cama. Arianrhod estará contigo em seus sonhos.


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